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Código de Autorregulação da ABCripto: isso importa pra você?

14/8/20

Autorregulação se refere à capacidade que uma organização, uma entidade ou uma associação tem de regularizar-se e monitorar-se, por meio de suas próprias instalações e recursos. 

Trocando em miúdos: nada mais é do que a atuação das entidades ao estabelecerem suas próprias regras. Sabe a tal “mão invisível do mercado”, que o Adam Smith falou no “A Riqueza das Nações”, lá no século XVIII? É esse conceito aí. 

Neste artigo vamos falar sobre o pacto coletivo proposto pela ABCripto.

Por que criar uma autorregulação para o mercado cripto no Brasil?

Como sabemos o setor cripto brasileiro ainda não tem um marco regulatório definido, mas isso não quer dizer que é uma "terra sem lei". 

A Ripio e as empresas sérias do ecossistema sempre miraram nas principais diretrizes do mercado financeiro tradicional, seguindo as determinações que o Banco Central e/ou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) impõem, e também nas boas práticas internacionais, o que já era uma espécie de autorregulação, mas feita de forma independente.

Com a intenção de demonstrar transparência e idoneidade das empresas líderes do mercado, e apresentar o exemplo para outras instituições do meio, as empresas mantenedoras da associação se uniram para ajudar a fomentar o desenvolvimento do mercado com boas práticas.

Por isso, no dia 13 de Agosto de 2020, a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), da qual a Ripio é mantenedora, tornou esse pacto coletivo, com o lançamento público do Código de Autorregulação, escrevendo um importante capítulo da história do nosso mercado

Fazem parte da entidade cinco das principais exchanges brasileiras, que operam a maior parte do volume negociado no País. 

O que o código de autorregulação do mercado cripto impacta no setor?

E agora você deve estar se perguntando: mas o que isso muda na minha vida e na dos outros usuários da Ripio ou mesmo de outras exchanges? 

A resposta é: TUDO

Primeiro, porque evidencia quais são as empresas que possuem visão de longo prazo e estão focadas na sustentabilidade do setor cripto no Brasil. 

Segundo, porque o código faz com que as empresas implantem regras para a prevenção de delitos financeiros em geral, além de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo

Em outras palavras, isso quer dizer mais segurança para você, nosso cliente.  

O papel da Ripio no Código de Autorregulação do mercado cripto no Brasil

Nós, da Ripio, temos um motivo extra para ter um baita orgulho desse movimento capitaneado pela ABCripto:

Nosso Chief Compliance Officer, Rodrigo França, que é nosso interlocutor na associação, foi uma das pessoas que atuou fortemente para a elaboração do documento. E ele se inspirou nos nossos processos internos, que já estão em consonância ou, em alguns casos, são até mais rígidos ou detalhados do que os do Código de Autorregulação.  

A Ripio sempre foi parte importante da criptoeconomia na Argentina e agora finca mais uma vez o seu nome na construção da história do setor no Brasil. Porque a Ripio é e sempre será protagonista, não importa onde for.

Confira o código na íntegra aqui.